terça-feira, 15 de novembro de 2011

Oscar - Também conhecido como Apaiari, o Oscar é grande, guloso e fujão, é capaz de arrastar pedras e arrancar plantas. Mas é um dos preferidos dos aquaristas pois além de sua beleza, ele encanta pela meiguice: sabe reconhecer seu criador e permite que ele faça carícias em seu dorso.

Este peixe tem o costume de arrumar a decoração do aquário de acordo com o seu próprio gosto. Consegue arrastar pedras relativamente pesadas, arrancando plantas, revolvendo areia, etc.

Também conhecido como Apaiari, o Oscar é grande, guloso e fujão, é capaz de arrastar pedras e arrancar plantas. Mas é um dos preferidos dos aquaristas pois além de sua beleza, ele encanta pela meiguice: sabe reconhecer seu criador e permite que ele faça carícias em seu dorso.

O Oscar é mais um dos peixes originários da região amazônica e que foi introduzido em algumas represas do sudeste do país. Diferente de sua região de origem, onde pode chegar a pesar 2.0kg, nas represas das hidrelétricas dificilmente vamos encontrar exemplares pesando mais de 1.0kg. O seu comprimento médio se situa por volta de 30cm nas represas e por volta de 35-40cm na região amazônica.

Este peixe é muito simpático e sociável e, é capaz de reconhecer o seu tratador, pegar a comida na mão ou até mesmo pular para fora do aquário para apanhá-la. Costuma deixar que se façam carícias em seu dorso.

AQUÁRIO PARA REPRODUÇÃO: O aquário para reprodução deve ter pelo menos 250l, sendo que nos estados do nordeste ocorre durante todo o ano. Nos mais frios como São Paulo, a época vai de outubro a fevereiro, com a água por volta de 28°C.

REPRODUÇÃO: Aparecendo certo reboliço no aquário é sinal de que começaram os "jogos de boca", que evidenciam o acasalamento. Esse jogo consiste numa prova de força, onde o macho e a fêmea se colocam frente a frente com as bocas abertas. Após algumas investidas, mordem-se simultaneamente puxando o companheiro para o lado. Depois disso, isolam-se dos demais e é o momento ideal para serem instalados num novo aquário (ou mantê-los no mesmo se já estiverem adaptados), com cascalhos não cobertos por areia e fora da área do filtro biológico. Os pais escolhem uma superfície lisa (uma pedra, tronco, ou uma telha virada com a boca para baixo) e a limpam. A fêmea vai então depositando os ovos em círculos num total de 800 a 2.000, enquanto o macho os fertiliza. Começa então um violento esquema de defesa e proteção. Movimentam continuamente as nadadeiras gerando uma corrente de água que proporciona uma melhor oxigenação para os ovos e evita o ataque de fungos e bactérias. Depois de 3 a 4 dias ocorre a eclosão. O macho faz buracos no substrato e transporta os alevinos com a boca mantendo-os aí até que nadem livremente.

Nessa época, os pais tornam-se ainda mais cautelosos e agressivos, chegando até a atacar a mão do criador, e só devem ser separados das crias quando diminuírem seu interesse por elas. Os casais são monogâmicos e podem Ter até 3 desovas por ano. Se o casal interromper o namoro por 6 meses, experimente trocar a fêmea.

ALIMENTAÇÃO DOS ALEVINOS: Assim que nascem, os alevinos contam com o saco vitelino para suprir suas necessidades alimentares. Assim que esse saco começar a desaparecer, forneça minhocas, camarões crus, carne de boi crua e sem gordura, carne de peixe, fígado e miolos, todos bem triturados. Também podem ser alimentados com dáfnas, microvermes e artemia salina recém-eclodida. Forneça as refeições de 2 em 2 horas e sem exageros.

ALIMENTAÇÃO DOS ADULTOS: Ração e pequenos peixes. Desde pequeno, o Oscar consome grandes quantidades de alimento, aumentando a refeição à medida que cresce. Devora todos os peixes menores do aquário pode chegar a medir até 35 cm. Os adultos gostam de minhocas, caramujos, coração, fígado (em pedaços pequenos) e peixe como os pecilídeos (ex. Lebiste). Esse último, assim como a vitamina E, tem relação direta com o desempenho na reprodução.

O panda (urso Panda )

Panda, nome comum que se aplica a duas espécies: o Panda-Pequeno, também chamado de Panda-Vermelho, e o Urso-Panda-Gigante.

Panda-Pequeno

É de tamanho semelhante a de um gato grande. Tem a pelagem castanho-avermelhada ornamentada de preto e branco, com a parte frontal das orelhas, as faces e o focinho brancos. A cauda é longa e peluda, e exibe um desenho de listras vermelhas e amarelas. Habita os bosques de bambu do oeste da China e do Himalaia.

Urso-Panda-Gigante

Descoberto a pouco tempo, em 1869, nas florestas de bambu do Tibet e da China ocidental. É um animal grande, muito parecido com um urso, tem até 1,80 m de altura e pesa de 75 a 160 kg.

Filhote de panda

Filhote de panda.

Alimenta-se de brotos de bambu. Tem uma pelagem longa, branca, densa e de aspecto lanoso; as patas, os ombros, as orelhas e a área dos olhos são negras. Habita os bosques frios de bambu do centro da China.

Uma modificação curiosa do urso-panda-gigante, Ailuropoda melanoleuca, é o alongamento de um dos ossos da pata dianteira, o sesamóideo radial, que forma uma espécie de polegar, com o qual o animal é capaz de agarrar e manipular com precisão os brotos de bambu que constituem sua principal dieta.

É uma espécie considerada ameaçada. Existem pouquíssimos exemplares vivos na natureza e os esforços realizados até agora para que ele se reproduza em cativeiro não têm tido muito êxito.

Veterinários da Base de Pesquisa sobre Panda Gigante de Chengdu, na China, alimentam bebês panda com aproximadamente 40 dias de vida. A China tenta assegurar que seu animal símbolo não seja simplesmente um residente de zoológicos, e demarcou um terreno de quase 14 mil km² para esses animais viverem livres.

Urso-panda-gigante

Urso-panda-gigante

Panda-Pequeno e Urso-Panda-Gigante

Urso-panda. Embora sejam geralmente incluídos na família dos raccoons, alguns zoólogos acreditam que as duas espécies de panda não são aparentadas e que o panda-gigante pertence de fato à família dos ursos.

Classificação científica dos Pandas

O Panda-Vermelho recebe o nome científico de Ailurus fulgens.

O Urso-Panda-Gigante é Ailuropoda melanoleuca.



Mais em: http://www.webciencia.com/14_panda.htm#ixzz1dp3xXIVo

Os cangurus

Habitat

Na Era Secundária, os cangurus abundavam na Eurásia, mas hoje, seu habitat restringe-se à Austrália (na Oceania) e suas proximidades. Descendem dos mais antigos mamíferos. Os cangurus podem chegar a uma velocidade de 20 a 30 km/h.

Grupos de cangurus

Dentro da família dos cangurus, podem distinguir-se vários grupos: O primeiro grupo inclui os grandes cangurus, entre os quais se destaca: o canguru-gigante (também chamado canguru-cinza) e o canguru-vermelho. As duas espécies mais conhecidas e de maior tamanho que existem; Os ualabis (ou walabis), menores e de cores mais brilhantes que as espécies grandes; Os cangurus arborícolas, animais robustos e de caudas longas, com as patas anteriores e posteriores de comprimento semelhante.

Canguru.

O segundo grupo é formado pelos: ratos-cangurus ou potorus, animais de pequeno porte, cujo aspecto lembra o de um rato. O terceiro grupo inclui uma só espécie: o rato-almiscarado-marsupial, que é um animal pequeno, parecido com um rato, com a cauda escamosa e sem pêlos.

Características dos cangurus

Entre as maiores espécies, o macho atinge a altura de 1,5 m, e a fêmea é de menor estatura. Todos os membros desse grupo distinguem-se pela presença na fêmea de uma bolsa marsupial aberta na frente, com quatro tetas no interior, das quais duas dão leite continuamente.

Os cangurus tem as orelhas grandes e móveis, as patas posteriores longas e robustas e as extremidades anteriores curtas. A cauda é grande e musculosa e o animal costuma usá-la como apoio quando caminha ou está sentado ou, ainda, como instrumento de equilíbrio quando salta.

Canguru Cinza Gigante

O Canguru Cinza Gigante (maior exemplar), habita as grandes planícies da Tasmânia e Austrália e, além de grande, anda sempre bem acompanhado, em bandos de 10 a 15, chefiados pelo mais velho de todos. Exclusivamente herbívoro, não é perigoso se ninguém o molesta. Mas quando encurralado, dá boas mordidas e desfere grandes coices com as patas traseiras. Não sendo porém caso de vida ou morte, opta sempre pela fuga rápida: cada salto que dá são 8 ou 9 metros percorridos, elevando-se a 2,5 metros de altura. Neste movimento, o impulso fica a cargo dos membros posteriores, que desenvolvem o máximo esforço.

Canguru Cinza Gigante

Filhotes

Os filhotes nascem após umas três semanas de gestação, não desenvolvidos de todo, cegos, completamente glabros (isto é, sem pêlos), com orelhas muito pouco visíveis, membros ainda curtos, surpreendem pelo reduzido tamanho: têm pouco mais de 2 cm e ficam no marsúpio até os 6 meses, sem jamais descerem em terra firme. No sétimo mês dão os primeiros passos e só depois de um ano completo se tornam independentes.

Classificação científica

  • Família: Macropodídeos
  • Ordem: Marsupiais
  • Espécie: O canguru-gigante é a espécie classificada como Macropus giganteus; o canguru-vermelho é Macropus rufus e o rato-almiscarado-marsupial é Hypsiprymnodon moschatus.


Mais em: http://www.webciencia.com/14_canguru.htm#ixzz1dozQkub6

Porque os gatos se lambem o tempo todo ?

Existem várias razões para que o gato esteja sempre se lambendo e uma dela é realmente se limpar. Daí a expressão “tomou banho de gato“, o que significa que a pessoa se limpou, mas não entrou na água

Bem, a língua do gato é áspera, possui, na sua superfície, papilas em forma de ganchinhos formando uma espécie de pente (veja na imagem a baixo) que ao passar no pelo, retira sujeira, mantém o pelo macio e pode até mesmo tirar parasitas. Mas ficar limpinho não é a única causa das lambidas. Esse comportamento também garante uma impermeabilidade no seu pelo, o que dificulta a proliferação de parasitas. Também pode manter o corpo resfriado em dias quentes e em dias frios, diminui a perda de calor mantendo o corpo aquecido.

Esse comportamento excessivo pode ser sinal de alguma neuropatia, uma doença cerebral, uma inflamação, ou de uma doença alérgica na pele que está causando coceira. Gatos também se lambem quando estão entediados, quando estão sozinhos por um longo período ou não tem nenhuma atividade interessante. Nesses casos é preciso ter cuidado, pois a “labeção” pode se tornar um vício.

Essa também pode ser uma atitude instintiva. Há milhares de anos, quando os gatos ainda não eram domesticados pelo homem e tinham uma vida selvagem, após cada refeição eles “se banhavam” passando a língua por todo corpo para retirar o cheiro do alimento e não chamar a atenção dos predadores. Seja qual for a razão, não tem coisa mais fofa do que ver um gatinho se lambendo com prazer, não é?

A língua do gato possui estruturas parecidas com ganchinho que ajudam a manter o pele bem limpo!

Rãns venenosas e não venenosas , qual a diferença ?

Pois é Kiba, as pessoas costumam dizer que os sapos são venenosos. É muito comum ouvirmos falar que a urina dos anuros é venenosa e que pode cegar. Isso não é verdade. O líquido que esses animais soltam ao se sentirem molestados, nada mais é do que uma solução aquosa, armazenada na bexiga completamente inofensiva. O que posso dizer é que aqueles sapos verruguentos que vimos por aí, possuem a glândula parotóide que ao ser pressionada espirra o líquido levemente tóxico, esbranquiçado e pastoso que, entrando em contato com a mucosa dos olhos, nariz ou boca, pode causar irritações – principalmente quando são mordidos por outros animais, ninguém aqui vai morder um sapo verruguento, né?

Mas, no mundo animal, as cores na natureza nem sempre estão relacionadas a beleza. Em alguns casos, elas são um claro aviso de perigo. Os anuros (sapo, perereca e rã) com cores muito fortes e vivas podem possuir a pele irrigada por toxinas mortíferas. Isso mesmo! Dizemos que esses sapos são venenosos (precisam ser tocados ou ingeridos para o veneno fazer efeito) e não são peçonhentos, ou seja, não possuem meios de inocular o veneno, como presas ou ferrões.

Esses sapos, armazenam uma toxina muito rara e letal, a batracotoxina. Esta toxina não se deteriora facilmente nem mesmo quando transferida para outras superfícies. Há registros da morte de galinhas e cachorros que tiveram contato com objetos tocados por um sapo venenoso. No entanto, os “poison dart frogs” (como esses sapos são conhecidos), quando capturados, perdem sua toxidade ao longo dos anos, pois fica privado de sua alimentação natural à base de formigas, cupins e outros insetos de onde extraem os alcalóides necessários para a produção do veneno. Assim, os sapos nascidos em cativeiro não são tóxicos.

Deliciem-se como a perfeição da natureza. Seguem alguns exemplos de sapos venenonos:






O sapo venenoso recebeu o nome de “poison dart frog”, porque os índios da região usam sua toxina para envenenar as pontas dos dardos e flechas utilizados em suas caçadas.

Fonte: www.poison-frogs.nl, wikipédia

terça-feira, 22 de junho de 2010

Boto cor de rosa

O BOTO COR DE ROSA sao mamiferos de agua doce ele tem apenas um filhote por ves , eles aparecem apenas em rios e mares .Mas apesar de ser bem parecidos , os golfinhos e os botos nao sao iguais . Os golfinhos sao acizentados,ja os botos podem ser asizentado, preto ou avermelhado e tambem apresentao o bico maior e pelo na parate de cima . Ocorre na america do sul , no oreoco e no amazonas , o maior comprimento registrado e de 2,50 metros .Uma das caracteristicas sao pelos modificados as vibras sobbre a parte superior do bico ,que provavel mente tem funçao tatil . A coloraçao varia bem com idade,atividade e local em que o animal vive e esta com a irrigaçao sanguinea do animal. Basicamente e um animal slitario.Alimentao-se de peixes mas tambem podem se alimentar de muluscos e de crustaceos

ESSA MENSAGEM TAMBEM ESTA PRESENTE EM OUTRO SITES UM DELES E ESSE WWW.CURIOSIDADEANIMAL.COM

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Box jellyfish ♥♥♥

Um dos mais mortais animais na face da Terra , também chamada de "Sea Wasp".
Essa água viva , com corpo meio quadrado , habita o Nordete da Autrália , e pode ser encontrada por toda a estensão da barreira de corais , ouseja:Por cerca de 2.000km .

A toxina presente nos téntaculos que chegam á muitos metro de conprimento, e tao forte, que os poucos sobreviventes de um encontro com uma Box jellyfish, descrevem a dor mais como um choque eletrico constante, do que uma queimadura ...

domingo, 17 de janeiro de 2010

NOVA YORK - O Dr. Donald Griffin esteve no zoológico do Central Park observando ursos polares que esfregavam seus narizes em uma pedra sintética recheada com um creme de amendoim. "Eles gostaram muito do creme", nota Griffin, enquanto olha para Gus, que pesa 400 quilos, tentando enfiar seu nariz em um suculento buraco da pedra. Para algum desavisado a cena poderia parecer somente mais um dos tantos episódios de alimentação de animais no zoológico, mas ao exercício com a pedra e o lanche no Central Park cabe o nome bem mais honroso de "aperfeiçoamento animal", e é destinado a estimular a mente dos ursos, assim como seus apetites. Trata-se de um conceito por cuja criação os ursos deveriam agradecer, em grande parte, a Griffin, que está com 85 anos de idade. Há vinte e cinco anos, ele publicou um pequeno livro que sugeria que os humanos não contavam com o monopólio dos pensamentos e dos sentimentos. Os animais, ele argumentava, provavelmente também os possuíam. Os cientistas ficaram horrorizados. De acordo com a teoria behaviorista dominante naquela época, os animais eram pouco mais que "autômatos capazes de responder a estímulos", robôs que possuíam um sistema nervoso central. A idéia de que uma formiga ou um elefante pudesse ter pensamentos, representações, experiências ou crenças não era somente risível: era sediciosa. Após Griffin ter publicado um segundo breve estudo a respeito da consciência animal na década de 1980, um behaviorista classificou o trabalho como "'Os versos satânicos' do comportamento animal". Não fosse pelo fato de que ele ocupava uma posição respeitável na Universidade Rockfeller e uma reputação internacional, Griffin talvez viesse a perder seu emprego. (Quando era estudante de graduação em Harvard, na década de 1940, ele contribuiu para resolver um mistério: de que maneira os morcegos voavam no escuro, e cunhou o termo ecolocação para descrever o fenômeno). "Ele insistia para que as pessoas examinassem a consciência animal numa época em que ela era considerada antropomórfica e etérea", afirmou Sarah Blaffer Hardy, uma professora emérita de antropologia da Universidade da Califórnia em Davis. "Qualquer outro teria sido execrado". Porém o campo batizado por Griffin como etologia cognitiva ao final acabou vingando. Somente na última década surgiu uma avalanche de novos dados que parecem ter feito com que a maré virasse a seu favor. No Arizona um papagaio africano chamado Alex é capaz de identificar cores e formas tão bem quanto qualquer criança de uma pré-escola. Na Georgia um macaco bonobo chamado Kanzi dialoga com seu treinador pelo teclado de um computador e assiste filmes de Tarzan na televisão. Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) apresentaram um estudo que sugere que os ratos sonham. Programas de aperfeiçoamento animal que apresentam jogos de raciocínio sob o disfarce de brinquedos ou brincadeiras tornaram-se uma parte da vida diária dos zoológicos. E nesta primavera, a editora da Universidade de Chicago publicará uma edição atualizada do livro lançado por Griffin em 1992, "Mentes animais". Mas Griffin, um homem alto, magro e elegante e que possui uma predileção especial por gravatas com temas do mundo animal, é modesto demais para dizer que estes avanços são uma conquista sua. "Aquilo que sabemos ainda é muito pouco", ele diz. "Os cientistas, e eu me incluo entre eles, passaram a ser muito cautelosos. Os primeiros trabalhos a respeito da gestualidade e das expressões faciais dos primatas foram terrivelmente mal interpretados". Na verdade, as recentes descobertas parecem somente ter incendiado o debate a respeito da consciência animal que já vinha sendo travado entre filósofos, psicólogos e outros cientistas. Pois se se verificar que os animais podem pensar, então a idéia de que a consciência é um atributo único dos humanos - um dos postulados básicos do ocidente desde Descartes - torna-se insustentável. Gus, Alex e Kanzi certamente não são autômatos cartesianos, mas qual o seu grau de consciência? Eles vivenciam a dor, o desejo e outras sensações da mesma forma que os humanos? (Os filósofos definem isto como a consciência fenomênica). Eles são capazes de refletir a respeito de suas experiências? (Os filósofos definem isto como auto-consciência). Eles possuem crenças? E quanto a lembrar do passado? Será que os vermes possuem alguma forma de consciência? E as salamandras? Será que é possível estudar a vida interior de uma animal?
Fonte: THE NEW YORK TIMES - 05/02/2001
Do site:http://www.curiosidadeanimal.com/animais_tambem_pensam.shtml
Um beijao isabela

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010





De acordo com as observações de Norman Carr, guarda de caça no Parque Nacional de Kafue, norte da Rodésia (África), os leões formam grupos de 15 a 45 semelhantes de diversas idades. São liderados por um macho que se impõe vencendo seus companheiros pela luta.
O macho lídela para um grupo de antílopes reunidos pastando na savana. Sua presença, notada pelos antílopes, tinha a função de distraí-los do cerco preparado por mais de uma dezena de leoas formando cuidadosamente um círculo e vindo pelo lado oposto, sem serem percebidas por causa da direção do vento. No momento certo o leão salta em direção aos antílopes que assustados correm desordenadamente em direção às leoas que freqüentemente conseguiam caçar até dois animais.
Norman conta ainda que as fêmeas grávidas têm seus filhotes (geralmente dois) cerca de três meses e meio depois de fertilizadas. Próximo do momento do parto, a fêmea procura uma fêmea que já não esteja em idade de ter filhos ou uma jovem solteira (freqüentemente uma filha sua já adulta) para ajudá-la no parto e nos primeiros meses após o nascimento da nova ninhada. A função da "madrinha", como chamam os massai (tribo de naturais que convive com os grupos de leões nas savanas africanas), é a de proteger a parturiente de ataques de animais (hienas, grandes aves de rapina e outros carnívoros) e ajudar a prover o grupo de alimento.
Nos primeiros três meses de vida os filhotes são mantidos escondidos em pequenas cavernas ou fendas de maciços rochosos. A mãe e a madrinha caçam em dupla para alimentar os filhotes. Sabe-se de casos em que as fêmeas chegam a carregar antílopes com até 150 kg por mais de 2 km para alimentar as crias.
Passado este período, os filhotes são apropriadamente "apresentados" para o grupo principal conduzidos pela mãe como que numa verdadeira "cerimônia de integração" dos novos membros. A não observância deste cuidado por parte da mãe, pode custa a vida dos pequenos, que são imediatamente devorados pelos machos do grupo.
Uma vez aceitos como "amigos e membros do grupo", passam a usufruir da dedicação e lealdade do grupo todo. Caso a fêmea mãe venha a morrer, outras fêmeas assumem automaticamente a função de "madrinhas" dos órfãos, passando a cuidar dos pequenos como se fossem seus próprios rebentos, protegendo-os, inclusive, do ataque de machos que freqüentemente irritam-se com a presença de jovens animais. der é responsável pela manutenção da estrutura do grupo e pela coordenação das ações de caça aos outros mamíferos de médio e grande porte (antílopes, búfalos, gnús, zebras, etc.). Quase sempre, a caça é o resultado de uma ação planejada e levada a efeito por um grupo de várias leoas e o leão líder.
Norman relata que por várias vezes observou um leão líder postar-se imóvel tendo o vento seguindo

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

finalmente o 3

Amanha eu vou viajar mas aproveitei e vou postar a civilisasao das formigas 3 olhem ai:

Se você acha que as sociedades humanas são complexa e organizadas, talvez seja hora de olhar para os formigueiros. Temos muito o que aprender com eles.
Do outro lado do mundo, na Austrália, há uma formiga que também se destaca pelas capacidades guerreiras. É a buldogue-australiana, que tem um ferrão de meio centímetro e salta até 30 centímetros.
Já as formigas argentinas adotam uma tática menos ortodoxa de defesa. Em vez de picar as inimigas, exalam ácido fórmico pelo ânus, produzindo um odor tão horrível que afasta qualquer adversário.
Mas, embora sejam boas de briga - todas estão dispostas a morrer, se for preciso, para defender a rainha -, as formigas sabem também a hora de fugir. Quando a família cresce demais, a comida acaba na região, alguma bactéria indesejada contamina o formigueiro, ou rivais mais fortes ou mais numerosas tomam posse da vizinhança, é hora de arrumar as malas e mudar de casa.
As soldadas comunicam a rainha, procuram um novo lugar debaixo da terra e organizam a mudança e o transporte do estoque de comida. As adultas carregam as pequenas nas costas e, com muito cuidado, levam a rainha e as larvas quando a nova casa já está segura.
Uma espécie que entende de mudanças é a mexicana correição, que não tem olhos. Apesar da cegueira, elas são estrategistas incríveis - uma sabe onde a outra está apenas pelo cheiro.
Como num arrastão carioca, se dividem com precisão geométrica, varrendo o terreno sem deixar um milímetro descoberto. No caminho, vão devorando tudo o que encontram. Quando cansam, fazem uma roda e colocam a rainha e as larvas no centro. Depois sobem umas nas outras entrelaçando as pernas e formam um globo para protegê-las de ameaças aladas. Quando desmontam o acampamento, escolhem outra direção e dão prosseguimento à vida nômade. Tudo isso sem ninguém para dar as ordens.
Pois é. Temos muito o que aprender com as formigas, não só no que se refere ao trabalho em equipe, mas também em termos de técnicas agrícolas, distribuição da comida, sistema político e cuidados ambientais. Quem sabe, com a ajuda delas, não possamos nos tornar mais civilizados?
Fonte: Revista Super Interessante
Do site:http://www.curiosidadeanimal.com/formigas_3.shtml

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Oi gente eu to aqui para postar a civilisasao das formigas 2 espero que voces curtam!!!
Tecnologia nos Berçários:
Em algumas espécies de formigas, como as saúvas, os berçários são freqüentados também pelas cortadeiras, operárias especializadas em picar as folhinhas que as coletoras trazem. As maiores delas dividem, com as mandíbulas-tesouras, os grandes pedaços de folha em várias pequenas partes. Daí chega uma formiga menor, que corta cada pedaço em pedacinhos. E assim por diante, como se fossem as enzimas do nosso sistema digestivo quebrando os alimentos em pequenos componentes. Uma perfeita linha de (des)montagem. Até que sobram fragmentos vegetais tão minúsculos que podem ser absorvidos pelas larvas.
As folhas picotadas servem também de adubo para os fungos que crescem nos berçários. "As formigas podem ser consideradas as verdadeiras inventoras da agricultura", afirma a ecóloga Flávia Medeiros, especialista em comportamento de formigas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Não é exagero. Há operárias no formigueiro que cultivam uma horta de fungos e depois colhem para alimentar a colônia inteira.Comida é importante, mas não é tudo. Para que um formigueiro funcione, vários tipos de formigas precisam trabalhar, cada uma fazendo o que sabe sem ambicionar uma promoção ou invejar o emprego alheio. Há, por exemplo, as faxineiras, que alegremente levam cada resíduo de comida ou de larvas para algum porão vazio nas fronteiras do formigueiro, onde as bactérias que o lixo atrai não são ameaça para ninguém. Outras limitam-se à tarefa burocrática de organizar estoques de comida, cuidando para que não falte nada e decidindo o que deve ser consumido antes.
Há algumas ainda mais especializadas: passam a vida a quebrar sementes ou a cavar túneis. "Sozinhas as formigas não são nada. Sua sociedade é o exemplo perfeito de como várias partes simples podem executar tarefas elaboradas juntas", afirma Deborah, que gosta de comparar o formigueiro a um cérebro. Em ambos os casos, um componente isolado - formiga ou neurônio - é incapaz de grandes feitos. Mas o conjunto impressiona pela eficiência e pela complexidade.
O engraçado é que uma única formiga - assim como um único neurônio - não faz idéia de que seja parte de algo tão complicado. "Essa é uma das mais recentes e incríveis descobertas sobre as colônias", diz Deborah. "As formigas só percebem as companheiras mais próximas. Nem sabem o tamanho de seu formigueiro." Ou seja, uma cidadã do maior formigueiro do mundo, que fica na ilha de Hokaido, Japão, e abriga, em seus três quilômetros quadrados, 300 milhões de operárias e 80 000 rainhas, nem imagina que sua casa é diferente de uma colônia do gênero amblyotoni, a menor do mundo com apenas 12 habitantes, encontrada na Austrália.
E NO BRASIL......
E, já que estamos falando de recordes, toque o hino: a maior formiga do planeta é brasileira. Trata-se da tocandira, que habita o Estado de Goiás. Ela mede 4 centímetros e tem uma ferroada tão doída que virou rito de passagem para índios locais: "Quando o menino se tornava um guerreiro, era obrigado a colocar a mão numa luva cheia de tocandiras", diz Ana Eugênia.
Mas tamanho nem sempre é documento. Outra formiga daqui da terrinha, a minúscula lavapé, de 2 milímetros, está entre as mais bem-sucedidas do mundo. Tanto que acabou desembarcando na América do Norte, de carona em algum navio brasileiro na década de 30, e transformou-se numa das mais terríveis pragas dos Estados Unidos, onde não tem inimigos naturais.
Uma das razões de tanto sucesso é a implacável estratégia militar das lavapés. Elas invadem as colônias inimigas e vão espirrando ácido fórmico, um veneno que já matou muita gente de alergia, nos olhos das inimigas. Quando encontram a rainha, seguram-na com a boca e cravam o ferrão no abdome, pela lateral da carcaça. Vencida a batalha, as soldadas copiam o cheiro da rainha morta e, em pouco tempo, são aceitas pelas formigas órfãs. Os biólogos chamam as colônias conquistadas de "escravas".
Fonte:
Revista Super Interessante

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Um recadinho

Ola galerinha o computador daminha prima chefe e dona do blog esta sem internete entao durante essa semana oblog depende de mim mas sabado eu irei viajar bem cedinho e nao dara para mim postar (nao sei) e a giovanna so vai viajar dia 5 entao talvez ela possa viajar e eu posto a civilizasao das formigas 2 amanha .Mas olha se euu conseguir postar vou ficar muito feliz mas se nao so para alegra vou falar uma piadinha:

Um cara muito gordo e rico tava discutindo com a familia e disse:

bem luca eu tenho um lado negativo...

E o mordomo enterompe :

Nao sabia que bola tinha lado...

kkkkkk legal ne eu gostei um beijao

As formigas sivilisasao parte 1


Se você acha que as sociedades humanas são complexas e organizadas, talvez seja hora de olhar para os formigueiros. Temos muito o que aprender com eles.
As formigas, andam organizadamente, sem atropelos, trabalhando pelo bem comum."Entre as formigas, ninguém manda em ninguém", afirma a entomologista Deborah Gordon, que, há 17 anos passa o dia observando formiguinhas sob o sol do Arizona.
Há, por exemplo, as que se aventuram para fora do formigueiro. São operárias especializadas em buscar comida.
No caminho, as operárias esfregam a barriga no chão, deixando um rastro com o cheiro da colônia a que pertencem, para que ela mesma e as companheiras não se percam. Formigas não falam, mas os feromônios, que são as substâncias que carregam odores, substituem com eficiência as palavras. No caminho para o formigueiro, a operária pára na frente de outra formiga. As duas esfregam suas sensíveis anteninhas e, pelo cheiro, percebem que são da mesma colônia. Antes de seguir em frente, a operária divide um pouco da folha que leva para casa e avisa, com outro feromônio: "Ali na frente tem algo que nos interessa".
Mas, se você acha que conhece as formigas apenas de olhar as que passeiam por aí, está redondamente enganado. "Apenas 10% da população sai para buscar comida. As outras 90% ficam na colônia o tempo todo", diz a pesquisadora Ana Eugênia de Campos Farinha, do Instituto Biológico de São Paulo. É que, em casa, todas juntas, elas conseguem se defender. Lá fora, espalhadas em frágeis batalhões, as pequenas são presas fáceis para predadores famintos como tamanduás, lagartos e besouros.
Portanto, para entender mesmo como são esses insetos, o ideal é seguir a fila e entrar com uma delas pelo buraco do formigueiro. Logo abaixo do nível do solo há uma multidão de formigas, umas indo, outras vindo. Nenhuma pára para dar passagem, elas simplesmente sobem umas nas outras sem se incomodar em pedir licença (não, não há um feromônio para isso). Começam a surgir bifurcações, ruas mais largas, que dão em grandes buracos, cheios de larvas. Lá há mais funcionárias dedicadas.
Algumas passam o dia lambendo e manipulando, com as patinhas, as larvas das futuras formiguinhas que vão nascer. Também são operárias, mas trabalham como babás: ai de quem chegar perto sem o cheiro certo (que funciona como um crachá). Quando o quarto onde estão os futuros bebês fica muito quente, elas se organizam e abrem novos dutos de ar condicionado, zanzando pelo meio da terra para que o ar circule.
Pois é, temos muito o que aprender com as formigas, não só no que se refere ao trabalho em equipe, mas também em termos de técnicas agrícolas, distribuição da comida, sistema político e cuidados ambientais. Quem sabe, com a ajuda delas, não possamos nos tornar mais civilizados?
Fonte: Revista Super Interessante

Pombos correios


Os pombos-correios se orientam graças ao campo magnético da Terra e não ao seu olfato, indica estudo publicado pela revista "Nature", que chama atenção para a existência de magnetita no bico das aves. Segundo a pesquisa, esse "ímã natural" permite aos pombos ter uma percepção magnética dos percursos e cobrir grandes distâncias sem se perderem, regressando depois ao ponto de partida. M as esta explicação magnética das aptidões dos pombos-correios é contestada por alguns especialistas que atribuem a orientação destes pássaros a certos odores que vão encontrando na atmosfera. Campo magnético No seu trabalho de pesquisa, a equipe do professor Cordula Mora, da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, conseguiu provar que os pombos são sensíveis às perturbações do campo magnético da Terra. Numa experiência, os pombos-correios foram colocados num túnel de madeira com uma bobina elétrica móvel em sua parede externa. Os pássaros se dirigiam para uma das saídas do túnel se o campo magnético era perturbado, e para o outro no caso contrário. Quando os pesquisadores colocavam um ímã em seus bicos, a capacidade para seguir as instruções da bobina ficava enfraquecida. O mesmo efeito foi observado quando o bico as aves era anestesiado. Segundo os especialistas, o experimento demonstrou que os pombos realmente se orientam pelo campo magnético. Além disso, a capacidade de orientação dos pássaros diminui quando se corta um nervo que fornece informações visuais ao cérebro, mas não com o corte do nervo olfativo, o que prova, segundo eles, que não dependem de odores para regressar ao seu ponto de partida.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12682.shtml
Do site:http://www.curiosidadeanimal.com/me_22.shtml

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Estudando o comportamento dos saimiris


Es tudando o comportamento dos Saimiris o macaco de porte medio que abienta a Mata Amasonica .
Eses seres nao se contituem em sinples seres ou bando de seres aptos somente para a PROCRIAÇÃO, A ALIMENTAÇÃO E A DEFESA...
INFORMAÇOES NO SITE :

algum tempo, projetaram-se numa tela imagens de cabras, ovelhas, cordeiros e outros animais, além de formas geométricas e outras figuras.

Cientistas do intituito Babraham em londres (inglaterra) descobrirao que as ovelhas assim como nos (humanos ) presisam de ver *rostos* conhesida alguntenpo depois sosinhas. Na pesquisa , levarao -se os animais para coleiros escurros . As ovelhas ficaram sosinhas, e depois de algun tenpo, protegeram-se numa tela de imagens de cobras ,ovelhas ,cordeiros e outros animais ,alen de formas geometricas e outras figuras .



mais informasoes no site :


Voce sabia que os cipins esinao a construir moradias sustentaveis ?

E purra verdae pois uma equipe de especialistas da Universidade britanica de Loughborough desenvolve um projeto para usar cupins como modelo e construcão de edificios baratos que nao prejudicao o mei anbiente .

e mais informasoes no sit

www.curiosidadeanimal.com

Formiga esperta

Um cérebro grande não é necessário para dar aulas. Antes que professores fiquem indignados e inundem a Folha com cartas raivosas, segue o motivo: a afirmação se refere a formigas, e foi feita por dois pesquisadores que analisaram um fenômeno único na natureza --um inseto ensinando outro. "Nossa identificação de comportamento de ensino em uma formiga mostra que um cérebro grande não é um pré-requisito para isso", escrevem Nigel Franks e Tom Richardson, da Universidade de Bristol, Reino Unido, na edição de hoje da revista científica "Nature". Claro, o cérebro continua importante. "Talvez animais com cérebro grande possam muitas vezes aprender de modo independente", disse Franks à Folha . Os dois afirmam que o exemplo que encontraram de relacionamento professor-aluno é inédito no reino animal, descontando-se o ser humano. "Um indivíduo é um professor se ele modifica seu comportamento na presença de um observador, com algum custo inicial para ele próprio, para poder dar um exemplo, de modo que o outro indivíduo aprenda mais rápido", definem eles. Eles estudaram o modo como uma formiga "professora" ensinava à "aluna" o caminho até uma fonte de comida. O caminho era demorado, e envolvia uma relação entre as duas --a "aluna" tocava a "professora" nas pernas ou abdômen com sua antena, e ela modificava seu comportamento em seguida. Dar aula custa caro para a formiga professora. Ela poderia chegar quatro vezes mais rápido à fonte de comida se não tivesse de ensinar o caminho.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u14148.shtml
Do site:http://www.curiosidadeanimal.com/me_23.shtml

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Os cachorros alende serem muito amigaveis tambem sao otimos conpanheiros !
eles podem chegar a ajudar uma pessoua sega a atravessar a rua =]

Ele tambem pode ser muito paparicado (usando roupas ,sapatos,ate mesmo fraudas ...)
os cachorros sao mesmo muito cic

Honintorincos

Voce sabia que os honintorincos machos tem venenos atras das patas traseiras ?
bom emtao fique prepara se voce se encontrar com ummm

Voce sabia que os horintorincos sao os unicos mamiferos que poe ovos ?
sim e verdade os horintorincos sao sim os unicos mamiferos que poe ovos
e tam bem moram no mar

os honintorincos sao uma mestura de :patocom castor